quarta-feira, agosto 26, 2009

produção

a improdutibilidade como fantasma,
fazendo me como que persiga tais sombras.
reconhece mistérios no coração da cidade,
em meio a lama urbana,
ônibus, e saturação.

listas numa folha real
o presente sendo o antes e o depois do já,
olho-me as rugas no espelho.
as rugas dela
as rugas dele.
em tais labirintos do espelho é que me perco.

o melhor de mim é o que dorme,
pois tem sono que é vida
e sonho
criação.

Um comentário:

Maria Negrão disse...
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