um lenço preso em uma árvore seria bom o suficiente para uma torrada com géleia,
e quem sabe uma limonada.
um lenço preso de dia,
visto a noite é o mesmo lenço,
assim como todas as coisas.
Entretanto é a noite que te perco,
entre o sono sem hora (só contra-tempo).
Agarro-me ao seu corpo,
finco as unhas nos teus sonhos que se vão,
areia pouca para minhas mãos afoitas.
Acordo.
O sol entra pela clarabóia.
Explicitamente nua,
te vejo em cima da cama.
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Um comentário:
é incrível
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