quinta-feira, agosto 17, 2006

baiacu

nove da manhã e recolho os meus destroços,
nada melhor do que um solzinho nas ventas pra matar os micróbios.
no outro banco do pátio escuto sonzinhos mortos de bocas,
beijinho, beijinho, olho pra menina,
ela num consultório médico,
33...
33..
beijinho.....
que horror essas meninas de hoje em dia,
pede pra vovó botar viagra no canjão.

outros passos, seguro minha ânsia pra dentro da calça,
dois meninos discutem a racionalidade e o comunismo,
deus ateu, me salve desses reacionários..

blasê... blasê.. pois não? como não!

Um comentário:

lau disse...

diariamente