domingo, agosto 27, 2006

som do vento

- sentei-me na varanda, eu, o cão castanho, e o velho sussurro da morte-

de certa maneira outra
corpo frio de febre
à flor das flores
chamei
em vão
minha
poesia
mono
sílaba
uísque na mão.

2 comentários:

peixe disse...

juba sorriso de vento pra você.

zenir disse...

maria sem vergonha